16 de abr de 2013




Que a paz esteja conosco!


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MENSAGEM


“Quando diariamente, ou, ao menos, aos domingos, celebramos o mistério da nossa fé na Eucaristia, estamos proclamando a vitória de Jesus, a sua Páscoa, e aguardando o dia em que também nós poderemos dizer: “Vimos o Senhor!”

Dom Geraldo Majella Agnelo- Cardeal Arcebispo Emérito de Salvador

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FOGAZZA & DOCES



Convidamos a todos para participarem deste evento em prol da 

construção em nossa paróquia.

Acontecerá nos dias 20 e 21 de Abril, na Rua João Cordeiro, 772 – 

Vila Carrão.

Convites a R$ 10,00 (com direito a 3 fogazzas e somente para 

viagem).
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PÁSCOA
Na Páscoa, nós anunciamos e afirmamos um grande “Mistério da fé”: Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, que foi condenado à morte, morreu na cruz e foi sepultado, ressuscitou da morte e manifestou-se vivo a seus discípulos e a muitas outras pessoas! Venceu a morte e manifestou plenamente a vida e a glória de Deus, que também já tinha antes da morte, mas não aparecia na sua condição humana.

A ressurreição de Jesus é uma verdade central da nossa fé; tanto assim, que São Paulo chega a dizer: “se Jesus não ressuscitou, então é vã a nossa fé e estamos todos ainda mergulhados nos nossos pecados!” (cf 1Cor 15,17).

Jesus passou, através da morte, à vida gloriosa em Deus: o Senhor Ressuscitado não se encontra mais nas condições da vida terrena, mas na glória de Deus, onde é nosso intercessor e mediador, junto de Deus Pai; pela ressurreição de Jesus, abriu para nós todos o caminho para a superação da morte e a participação na vida eterna.

A Páscoa é, por isso, a festa do triunfo da vida sobre a morte; é a manifestação daquilo que Deus prepara para todos nós também. Jesus Cristo passou da morte à vida gloriosa, como primeiro de uma multidão de redimidos: “se com Cristo morremos, com ele ressuscitaremos” (cf. Rm 6,8). E, desde agora, a nossa vida futura na glória do céu, “já está escondida com Cristo glorioso, em Deus”. (cf. Cl 3,3).

Dom Odilo Pedro Scherer

Oitava de Páscoa
Os oito primeiros dias do tempo pascal formam a oitava da Páscoa. Poderíamos chamá-los também de “pequena oitava”, em confronto com a “grande oitava” das sete semanas, sem, contudo, querermos diminuir com isto, a sua importância. Seus primórdios, entendidos como um período celebrado com liturgia especial, remontam, no mínimo, ao começo do século IV, e mesmo até à segunda metade do século III, como é fácil de deduzir das homilias recém-descobertas de Astério Sofita sobre os salmos. Astério chama o dia da oitava de “segundo ‘oitavo dia’”.
A liturgia desta oitava era marcada não só pelo mistério pascal, como também pela consideração para com os neobatizados que durante as celebrações diárias da eucaristia eram introduzidos mais profundamente nos mistérios dos sacramentos da iniciação, recebidos na noite da Páscoa. As homilias pascais de Astério, já mencionadas, podem ser apontadas como o exemplo mais antigo de tais “catequeses mistagógicas” de que temos conhecimento. As mais famosas, entretanto, são as cinco catequeses de Cirilo (João?), bispo de Jerusalém, da segunda metade do século IV, e os escritos “De mysteriis” (Sobre os mistérios) e “De sacramentis” (Sobre os sacramentos), da autoria de Ambrósio. Segundo Agostinho, a oitava da Páscoa é uma “ecclesiae consensio”, um costume unânime da Igreja, tão antigo quanto a Quadragesis (a Quaresma). Os fiéis deviam suspender seus trabalhos nesses dias, e tomar parte nas cerimônias diárias.
Esta semana era chamada antigamente também “semana branca” ou “semana das vestes brancas”. No Oriente é conhecida também como semana da renovação. Inicialmente ela só terminava no domingo, o qual, por isso, tinha o nome de domingo das vestes brancas (domingo in albis). A partir do século VII, as vestes brancas dos neófitos eram depostas já no sábado, em conseqüência da antecipação da celebração da noite pascal para o Sábado Santo.
Os cânticos de entrada da oitava de Páscoa da liturgia romana, executados pelo coro à entrada dos neófitos em vestes brancas, eram enfaticamente sintonizados com a presença dos recém-batizados e proclamavam a salvação por eles recebida. Assim lemos (ainda hoje) na segunda-feira: “O Senhor vos introduziu na terra onde correm leite e mel: e sua lei esteja sempre em vossos lábios, aleluia!”; na terça-feira: “Deu-lhes a água da sabedoria, tornou-se a sua força...”; na quarta-feira: “Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do reino...”; na quinta-feira: “Senhor, todos louvaram, unânimes, a vossa mão vitoriosa...”; na sexta-feira: “O Senhor conduziu o seu povo na esperança e recobriu com o mar seus inimigos”; no sábado: “O Senhor fez seu povo sair com grande júbilo; com gritos de alegria, os seus eleitos, aleluia!”; e por fim, no domingo branco (domingo in albis): “Como crianças, recém-nascidas, desejai o puro leite espiritual para crescerdes na salvação, aleluia!

Adolf Adam
(in O Ano Litúrgico, Paulinas, 1982, pag. 86-87)



Postaremos agora as fotos relativas a Semana Santa em nossa Paróquia:


"Domingo de Ramos"





























Adicionar legenda









































































































SEXTA-FEIRA SANTA




































































































SÁBADO SANTO






































































DOMINGO DE PÁSCOA



E TODAS AS PESSOAS QUE POR AQUI PASSAREM...AMÉM!